Sobre o livro

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Cerca de 22 mil brasileiros aguardavam por um transplante de rim, coração, fígado, pulmão ou pâncreas no final de 2012 — e muitos podem não consegui-lo e acabar morrendo. O Brasil conta com um dos maiores sistemas públicos de transplantes do mundo, com mais de 90% das cirurgias e remédios pagos pelos SUS, mas seu bom funcionamento depende de algo fora do controle do governo ou dos médicos: as pessoas manifestarem em vida se gostariam ou não de ser doadores de órgãos.

Essa decisão – tanto pelo sim quanto pelo não – fica mais fácil quando sabe-se como a doação ocorre e o que acontece antes e depois. O livro “Doando Vida: A Doação e Transplante de Órgãos e Tecidos no Brasil” responde várias das perguntas mais comuns sobre o tema. Em que situações uma pessoa pode se tornar um doador? Dá para transplantar de qualquer um para qualquer outro? O que é morte cerebral? Como funciona a lista de espera por um órgão? Como é a vida depois do transplante? Será que eu posso vir a precisar de um transplante um dia?

Com introdução de José Hamilton Ribeiro — que recebeu dois de seus sete Prêmios Esso de Jornalismo (o  mais respeitado da imprensa) pela cobertura do início dos transplantes no Brasil nas décadas de 1960 e 70 — o livro mostra também os desafios enfrentados por médicos e administradores do Sistema Nacional de Transplantes, com um panorama da evolução do número de doações e transplantes nos últimos dez anos — que felizmente tem sido constantemente para melhor.

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